Escute
Pare tudo o que estiver fazendo. Olhe nos olhos. Deixe a criança falar no tempo dela, sem interromper e sem fazer perguntas indutivas.
Quando uma criança rompe o silêncio, a forma como respondemos define se ela continuará a falar. Siga estes passos baseados em orientações oficiais.
Pare tudo o que estiver fazendo. Olhe nos olhos. Deixe a criança falar no tempo dela, sem interromper e sem fazer perguntas indutivas.
Diga que você acredita, que ela não tem culpa e que fez certo em contar. O acolhimento é o primeiro ato de proteção.
Evite expressões de horror, raiva ou descrença diante da criança. Não confronte o suposto agressor por conta própria.
Garanta que a criança esteja em ambiente seguro, afastada do agressor. Procure o Conselho Tutelar e, se necessário, atendimento médico.
Acione o Disque 100, a Polícia (190) e o Conselho Tutelar. A denúncia pode ser anônima e a investigação é dever do Estado.